sábado, 30 de janeiro de 2010

Em Off Por Enquanto...

Pessoal, comprei um Nintendo 64, só pra constar. E estou muito feliz. E em breve voltarei a postar aqui.
Abraços a todos que um dia visitaram esta pagina.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Game 2: Neon Genesis Evangelion


Todos sabemos que Evangelion (ainda tenho dúvidas se o correto é "evanJélion" ou "evanGUElion") é  um dos melhores animes de todos os tempos, senão o melhor. Claro, com uma história pra lá de interessante, e com personagens de personalidade tão humana que só falta eles sairem da tela pra falar com você, não era pra esperarmos menos. 
E a Nintendo, ou melhor, a Bandai não iria perder seu tempo com besteiras, mas sim, ganhar tempo com um jogo, estranho a primeira vista, chato a segunda vista, bastante interessante à terceira, e completamente voltado para os fãs.

E esse talvez seja a principal qualidade de Neon Genesis Evangelion, versão de Nintendo 64, lançado apenas no japão em 1999, já que o jogo retrata com extrema qualidade a maior parte da história do anime, e de uma forma diferente, já que este é um jogo essencialmente de luta que, porém, te dá a oportunidade de cumprir as missões de diversas formas diferentes - mas nunca fugindo do enredo da série.
O jogo possui visão parcialmente lateral, porém toma outros ângulos conforme são executados os movimentos do EVA.
Os gráficos são fantásticos, e fazem jus ao poderio gráfico do N64. Os ciborgues Evangelions são incrívelmente bem feitos e detalhados e seus movimentos são muito parecidos com os do anime, apesar de que controlá- los pode, a primeira vista, não ser uma experiência tão gratificante, já que seus movimentos são um tanto lentos, e exigem bastante paciência do jogador em uma primeira jogatina, mas nada que um pouco de treino não resolva.
O jogo possui diversas cut scenes do anime, algo difícil de se fazer em um video game de cartuchos.
Quanto ao som, posso afirmar que é de extrema qualidade. As grandiosas músicas do anime são presentes em todo o percurso, e representam completamente o clima épico do jogo. Sem contar os personagens, que possuem as mesmas vozes da série animada.
Se você é um grande fã do anime, tem um nintendo 64, e procura por um cartucho raro, que só foi lançado no japão, ou é apenas mais um colecionador compulsivo de games, Neon Genesis Evangelion é uma boa pedida. 




Gráficos: 8,5
Som : 9,5
Jogabilidade: 7,5
Diversão: 7,0
Replay: 7,0


Nota Final: 7,5



domingo, 3 de janeiro de 2010

Game 1: Sin and Punishment




Aposto que você achou que o primeiro jogo desta lista seria Zelda 64 né? Poisé, decidi fazer uma análise deste game completamente heavy metal criado pela nintendo, que apesar de ser ótimo, foi lançado apenas no japão no ano 2000.





A história de Sin and Punishment, ou Hoshi no Keishosha em japonês, se passa na Terra, época em que os índices demográficos estão extremamente altos, e a falta de comida assola a população mundial. Devido a esse fato, cientistas desenvolveram uma nova espécie de criatura,  facilmente multiplicável que, supostamente, serviria como alimento para as pessoas. Logo, eles passaram a cria-las no norte do Japão.
Entretanto, com o passar do tempo as criaturas, chamadas agora de "Ruffians" sofreram uma  terrível mutação, e atacaram o povo japonês.
Uma organização internacional chamada de "Armed Volunteers" tentaram parar as mortíferas criaturas, porém acabaram se instalando no japão para simplismente oprimir, com armas, o regime japonês.
Com os ruffians e as tropas da Armed Volunteers causando massacres em grande parte do país, rapidamente, o caos foi completamente instaurado no Japão.
Um outro grupo, auto-denominado de Savior Group ou Grupo Salvador, liderado por uma estranha e misteriosa mulher chamada Achi, surge repentinamente para defender o japão contra os ruffians e contra a Armada dos Voluntários.
O jogo se passa com você controlando o personagem Saki, ao lado da líder e de uma garota chamada Airan, e começa com a trupe tentando roubar um transporte dos Armed. Ao longo da história, é possível presenciar muitos acontecimentos interessantes e obscuros, fazendo com que o enredo deste jogo seja grandioso, e deixando o jogador com vontade de jogar sempre mais.


O jogo é do gênero denominado de Rail Shooter , aquele estilo em que o jogador tem um caminho definido, como no novo Resident Evil para Wii, só que em terceira pessoa, e é necessário não apenas atirar, mas também se esquivar, rolar e se mover para os lados, além de saltar e ultrapassar diversos obstáculos.
É ainda possível escolher entre dois estilos, sendo que em um deles, o jogador pode ativar o uso de uma espada, para matar ou defender tiros.


O visual do jogo, apesar de ser um pouco bagunçado, é até agradável e bastante detalhado.É possível reparar perfeitamente nas cicatrizes do protagonista, ou até nos traços representando a estranheza da personagem Achi.  O desenrolar do jogo é repleto de explosões e tiros, além da enorme quantidade de inimigos na tela, o que lembra um pouco o clássico Star Fox 64. 
O som, apesar de um pouco repetitivo, não faz feio, e representa bem o estilo de jogo.
A jogabilidade é simples e nada complicada.
E para quem diz que o NIntendo 64, ou que a própria nintendo só cria jogos juvenis, tá aí a prova de um jogo com conteúdo, e com uma história nem um pouco juvenil. Uma pena ter sido lançado apenas no Japão..


Gráficos: 8,0
Som : 7,5
Jogabilidade: 10
Diversão: 9,0
Replay: 9,0


Nota Final : 8,5

Nintendo 64 - O Console




Lá pra metade do ano 2000, ganhei do meu pai um Nintendo 64, preto transparente, modelo raro hoje em dia. Me diverti durante muito tempo com ele, sempre jogando jogos alugados, e principalmente, emprestados. Até que um certo dia do ano passado, decidi vende-lo, para reembolso da grana do meu mais novo video-game (hoje em dia, vendido).
O 64 não é console pra ser vendido assim, sem mais nem menos, muito menos por um valor tão enxuto como o que ofereci (prefiro não comentar sobre isso).


Seus jogos eram fantásticos, diferentes, e geralmente, eram muito mais duradouros do que jogos de outros consoles. Era possível se divertir com o Banjo-Kazooie ou com Star Fox 64 durante meses, sem sinais de enjoo.
E as partidas de Mario Kart, ou 007 com amigos foram inesquecíveis, ah ,e como foram.
O 64 tinha um potencial inexplicável, tendo ele servido de moradia para várias inovações no mundo dos games.
Não preciso nem comentar sobre os clássicos Zelda ou Mario 64, que representaram completamente esse fator no console, sendo do encanador bigodudo o prêmio de "primeiro personagem a andar, correr ,socar e pular em um ambiente completamente tridimensional". Sem contar o Pikachu que inaugurou os comandos de voz em jogos de video-game, no jogo "Hey you, Pikachu!".


E agora, em janeiro de 2010, descobri que estou completamente arrependido de ter me livrado do 64, e decidi comprar um novamente, além de dar início às analises de 64 jogos do bichinho (brisa minha , e aposto que vou precisar de ajuda) neste blog.


Então leia e aproveite, se gostar gostou, e se não gostar, se ferrou meu irmão!